Mundo
EUA esperam que transição política na Venezuela demore "meses, não anos"
As declarações de Marco Rubio chegam sete meses após a captura do presidente venezuelano deposto, Nicolás Maduro, durante uma intervenção militar norte-americana.
O chefe da diplomacia norte-americana, Marco Rubio, apelou esta terça-feira à "paciência" no que diz respeito à transição política na Venezuela, dizendo esperar que esta demore "meses, não anos".
"É evidente que ainda há muito a fazer para lançar as bases para uma eleição", disse Marco Rubio aos jornalistas durante a cerimónia de assinatura de um acordo sobre energia nuclear civil com o Paraguai.
"Penso que será necessário dar provas de perseverança e um pouco de paciência - não anos, mas certamente meses e semanas", acrescentou, referindo-se aos "progressos em curso" naquele país.
Após a intervenção militar dos EUA que afastou o presidente Maduro, a então vice-presidente venezuelana e agora presidente interina, Delcy Rodriguez, assumiu as rédeas do Governo sob forte controlo do presidente Donald Trump, que encorajou este diálogo.
Prevê-se que neste encontro sejam, assim, debatidos temas como o reforço da democracia, os direitos e garantias políticas e também a resposta ao duplo sismo que atingiu a Venezuela a 24 de junho, provocando mais de 6.000 vítimas mortais.
O número de portugueses e lusodescendentes mortos nesse desastre subiu esta terça-feira para 138, segundo o mais recente balanço do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal.
c/ agências
"É evidente que ainda há muito a fazer para lançar as bases para uma eleição", disse Marco Rubio aos jornalistas durante a cerimónia de assinatura de um acordo sobre energia nuclear civil com o Paraguai.
"Penso que será necessário dar provas de perseverança e um pouco de paciência - não anos, mas certamente meses e semanas", acrescentou, referindo-se aos "progressos em curso" naquele país.
Após a intervenção militar dos EUA que afastou o presidente Maduro, a então vice-presidente venezuelana e agora presidente interina, Delcy Rodriguez, assumiu as rédeas do Governo sob forte controlo do presidente Donald Trump, que encorajou este diálogo.
Os delegados de Delcy Rodríguez e os membros da oposição deverão realizar esta semana, em Caracas, a sua primeira ronda de negociações presenciais. A data concreta ainda não foi anunciada.
Prevê-se que neste encontro sejam, assim, debatidos temas como o reforço da democracia, os direitos e garantias políticas e também a resposta ao duplo sismo que atingiu a Venezuela a 24 de junho, provocando mais de 6.000 vítimas mortais.
O número de portugueses e lusodescendentes mortos nesse desastre subiu esta terça-feira para 138, segundo o mais recente balanço do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal.
c/ agências